HORUS CAPTURA DADOS DA CESTA DE COMPRAS E SE MOSTRA MODELO INOVADOR EM INTELIGÊNCIA DE MERCADO

Startup carioca que já fechou diversos contratos no primeiro ano participa da ExpoFood

 

 

Criada há menos de um ano, no Rio, pelo Estatístico Rogerio Garber e pelo  engenheiro Gustavo Rebello, o HORUS é uma plataforma revolucionária de inteligência de mercado, que reúne milhões de dados de compras reais no varejo, incluindo preços, produtos, marcas, categorias, volume e presença no ponto de venda, além de informações precisas sobre o perfil e hábitos de consumo de seus compradores. No primeiro ano de funcionamento, a startup já fechou grandes contratos com corporações líderes em seus segmentos..

 

A startup une tecnologia e inteligência para entregar informações ao mercado. A tecnologia do HORUS, sistema desenvolvido pela empresa, associada à coleta de dados via aplicativo colaborativo (PINNGO), permite capturar as informações da cesta de compras, fornecendo uma visão consumer-centric das transações.

 

Como resultado, tem-se uma leitura 360º, tanto do mercado, quanto do comportamento de compra do consumidor. Os dados que alimentam o HORUS vêm diretamente das notas fiscais emitidas em pontos de venda, e refletem o efetivo comportamento de consumo, diferentemente do que se tem quando a base é a intenção de compra ou os dados fornecidos pelos mesmos pontos de venda.

 

Questões cruciais para a tomada de decisões, tais como “Quando o Produto X é consumido?”, “Qual é a marca mais forte por ocasião?”, “Qual é o tamanho da embalagem mais vendido?”, “Qual é o posicionamento dos preços da categoria em diferentes regiões?”, “Como os preços variam entre canais” e “Quais as tendências do consumidor” podem ser respondidas a partir da análise dos dados fornecidos pelo HORUS.

 

Tradicionalmente, grandes empresas multinacionais monitoram o desempenho do mercado de bens de consumo de giro rápido (alimentação, bebidas, higiene e beleza e limpeza) e o comportamento dos consumidores em relação a esses bens. Elas apoiam empresas industriais e varejistas na tomada de decisão com base em seus dados, na maioria , coletados a partir de painéis de consumidores ou de varejistas, informações com base em amostras que pretendem representar um cenário completo do consumo.

 

Onde elas pecam é nos quesitos “agilidade de processamento” e “rapidez nas entregas””. Hoje em dia, informações sobre dinâmica do mercado, como ganhos e perdas de Market share, e sobre transformações no comportamento de consumo, precisam ser conhecidas imediatamente, para permitir às empresas (re)agirem rapidamente dentro desse novo contexto.

 

Empresas como as citadas acima, até hoje soberanas no mercado, começam a perceber os riscos que correm por não terem sido capazes de se atualizar tecnologicamente. Em seus relatórios anuais para os investidores, assumem sua potencial incapacidade de atender às necessidades do mercado na velocidade requerida e de se adaptar às novas tecnologias para coleta e processamento de dados.

 

Na esteira deste gap, as startups são as grandes candidatas a ocupar posição de liderança nesse segmento, em virtude do uso de tecnologias de ponta e de métodos avançados de processamento e análise de dados, que agilizam o processamento e análise de dados e a entrega de inteligência com velocidade.

 

O uso de ferramentas de Big Data e Analytics amplia o potencial de extração de conhecimento a partir de um grande volume de dados. Daí, decorre o que tem sido chamado de Data Science ou Ciência de Dados, uma prática que atua sobre um enorme volume de informações para conseguir dar um sentido a elas, analisando e obtendo aspectos relevantes para embasar tomadas de decisão.

 

 

 

 

INFORMAÇÕES À IMPRENSA:

RPM COMUNICAÇÃO

PAULO ROBERTO MATTA

(21) 99109-0000